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CAVACO: Sua sumidade "o génio da banalidade" PDF Print E-mail
Quinta, 01 Julho 2010
     fernandorocha.jpg 

Ora aí está quando todo o Portugal chorava e se vergava à nossa grande figura nacional, a todos os títulos, do falecido grande escritor e português José Saramago,  Sua Exª. D. Cavaco I ( e queiram as estrelas que seja o último e breve) mostrando os Açores aos netos,  não se dignou comparecer às cerimónias fúnebres, tendo ainda a lata de desvalorizar essa sua polémica ausência.     É caso para dizer: desgraçado país que tem uma criatura destas como seu Presidente da República !...

Não é que a sua ausência não fosse previsível, eu e muitos cidadãos portugueses já a prevíamos, mas, com mil diabos, vendo-se a presença de tantas figuras, incluindo-se, pasme-se, a Vice-Presidente do Governo de Espanha, ainda cheguei a pensar que a abencerragem cavacal emendasse o gesto.  Mas não a criatura manteve até ao fim a sua postura pessoal de orgulho ferido, de quem,  sendo Chefe do Governo de uma outra criatura (Sousa Lara), Secretário de Estado da Cultura,  há mais de dez anos vetou (ao bom estilo da censura salazarenta) o nome de Saramago para a proposta de atribuição de um prémio literário.  Bem se viu agora que Cavaco se mantém fiel (numa espécie de fidelidade não canina, mas de asno, pela sua teimosia) à afronta e patifaria que o seu Governo fez ao nosso único e genial Nobel  da Literatura.

É certo que estando nós tão mal representados na Presidência da República a figura cinzenta de Cavaco fez pouca falta.  E se é também certo que se mantém solidário com o seu ajudante, de então, na Cultura, pelo menos foi coerente na atitude asnal. Também quem primou na vingança reles e mesquinha contra Saramago foi a "Santa Madre Igreja", sediada em Roma. Bem melhor estiveram alguns responsáveis da Igreja Portuguesa que não alinharam com a diatribe "made in" Vaticano, que é como quem diz sob a batuta reaccionária dessa outra piedosa criatura que dá pelo nome de Papa Bento. Mas isto é como tudo na vida e como diz o ditado:

- " Os cães ladram, mas a caravana passa" !...

E José Saramago passa da vida para a morte sendo sempre recordado, por muito boas e gloriosas razões, pelos homens e,  sobretudo,  pelos portugueses, enquanto houver Literatura e Portugal  (e até Espanha), enquanto que a cavacal criatura (a quem Saramago muito justamente chamou o "génio da banalidade")   e outras semelhantes abencerragens, incluindo algumas igrejeiras ou beatas, ou não serão recordadas ou apenas o serão como nota de rodapé e pelas piores razões.

Fernando Rocha

 
O NOSSO BELO PARQUE CALDENSE OU "DAI NOSSO SENHOR NOZES A QUEM NÃO TEM DENTES" !... PDF Print E-mail
Terça, 27 Abril 2010

Há dias fui ao Parque. A melhoria do tempo permite o seu melhor usufruto.  Permite a contemplação da sua beleza e dá, também, para pensar o que ele, pelas Caldas e pelo seu turismo poderia ser.  Mas, infelizmente, não o é por "cegueira" e ou inércia da Administração do Hospital e da Câmara, que se escuda, por sua vez, neste, para nada se propor fazer.   Uma e outra entidade votaram, em termos turísticos, o Parque (o nosso belo jardim) ao ostracismo, para além do grande prejuízo, para os cidadãos caldenses, com toda essa lastimável indiferença.

Parece-me que é chegado o tempo de, para este problema do Parque, pensar em graduais soluções, que, na sua mais profunda vertente, poderão passar pela redefinição da tutela (do Parque e do restante património a cargo do Ministério da Saúde, como a mata). Uma coisa parece, desde já impor-se, que é a divisão em duas das Administrações;  uma para o Centro Hospitalar Oeste Norte  (CHON) e outra,  exclusivamente, para o Hospital Termal e património, a ele associado.

Uma coisa é a gestão Hospitalar normal. Outra coisa completamente diferente é a gestão de um Hospital Termal e, sobretudo,  a gestão de todo um vasto património, virado para as áreas do turismo e do lazer.   A actual gestão conjunta, tem sido um dos grandes alibis  para a situação de má gestão e de meio abandono em que, em particular, o Parque se encontra.  E é claro, que, como mero alibi, que é, não tem, mesmo nas actuais circunstâncias,  justificação.  E, também, claro está que a principal responsabilidade é do Governo e, consequentemente, da Administração do CHON.

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Ai Corrupção, corrupção, no seu dia (ontem) e no debate no Parlamento !... PDF Print E-mail
Quinta, 10 Dezembro 2009

fernandorocha.jpgQueríamos que ela (corrupção) para nosso bem e do País morresse de morte matada.  No Parlamento todos a dizem querer combater;  mas no meio de tanta conversa de quem o diz, mas que levanta mais e mais objecções às propostas de mecanismos legais para a combater (PS), dizendo-se socialista e genuinamente democrático, com esta prática, verdadeiramente , não o está a ser.

Se a corrupção mina os alicerces do Estado democrático, o que para todos é uma afirmação consensual, é preciso e urgente dar passos efectivos nesse sentido. Ora o PS não os deu na Legislatura passada, ostracisando as propostas do seu próprio e prestigiado deputado João Cravinho e agora (embora com a maioria absoluta perdida) tudo faz não para facilitar a elaboração de Leis objectivas contra a corrupção, mas antes para dificultar a sua aprovação. É sintomático que no debate de hoje o Governo não se tenha feito representar, na sua bancada. Nem o Ministro dos Assuntos Parlamentares - Jorge Lacão - deu ao debate e aos deputados a dignidade da sua presença, em representação do Governo. Isto tem um profundo significado político, que outro não pode ser do que o desinteresse, para não dizer hostilidade, do Governo, a este combate.

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E agora, portugueses? PDF Print E-mail
Terça, 16 Junho 2009

fernandorocha.jpgDepois dos resultados destas Europeias muitos articulistas começam os seus artigos escrevendo assim: E AGORA ?   Uns usam o "e agora?" para aflitivamente dissertarem sobre a incerteza da governabilidade que aí vem - sobretudo aqueles que defendiam, como única receita para a crise, um governo maioritário ou dito de outro modo, o absolutismo desta ou de outra arrogante maioria

Para muitas destas damas e cavalheiros um Governo sem maioria é sinónimo de caos, o que não deixa de ser, de certa forma, a própria negação da democracia;  como se a democracia fosse apenas uma espécie de tirania a prazo. Ou seja de quatro em quatro anos reelege-se o tirano ou elege-se um tirano(a) novo(a);  o que em termos da nossa imediatista possibilidade de "alternância", se poderia escrever no feminino.

Cá por mim, contrário, por feitio e profunda convicção, a absolutismos e cansado destas sucessivas alternâncias, sem verdadeira alternativa, o "e agora?", não traduz temor no futuro, contendo, aliás, uma boa dose de esperança, num futuro que se constroi em diálogo, portanto participativamente, com as várias forças políticas e com os próprios cidadãos.

Na sua crónica de hoje (dia do Santo António, do homem, como eu Fernando António, embora não de Bulhões), do "Público", o irreverente Vasco Pulido Valente, diz que" Sócrates chegou à cena política portuguesa como o 'grande reformador'.

Cá para mim - para quem Sócrates nunca convenceu, afigurando-se  muito mais, desde o princípio, como um arrogante convencido, de ordinário plástico fabricado, não socialista, mas antes socialoide - este "grande reformador" deverá, em breve, ser reformado !...    (e penso que compulsivamente pelas grandes malfeitorias que fez aos cidadãos, à democracia e ao socialismo).

Mas se Sócrates deve ser posto em sossego ou no desassossego da sua má consciência, pelos males que causou, a "alternância", da concorrência, a outra face da mesma moeda do "centrão", não pode transfigurar-se, travestir-se, numa espécie de paraíso terráqueo, neste cantinho europeu (ou, como outrora dito, "jardim florido à beira-mar plantado").

Manuela Ferreira Leite, usando a sua máscara de rigor, pouco mais tem para nos oferecer que a dupla tanga das suas políticas. A  "tanga", que mesmo não de total mentira, à verdade, por causa da caça ao voto, foge;  e a "tanga" da miséria, das suas políticas.

Quem não se lembra dos seus "disponíveis", na Função Pública ou do desastre das suas políticas no Ministério da Educação, em que entre outras malfeitorias, operou, no pessoal auxiliar das escolas, o maior despedimento colectivo de que há memória, em Portugal ?

E isto para não falar (mandando às urtigas a sua face de rigor) na sua famosa titularização dos créditos fiscais, que vendeu por atacado e ao desbarato as nossas execuções fiscais (a preços de saldo), a um tal homem das Arábias, dono de um grande banco estrangeiro.  Será que se  esqueceram destas desgraças, operadas pela nossa dita "dama de ferro" e com a etiqueta "made in PSD" ?

Cá por mim o "E AGORA ?" só tem um caminho. Construir a tal ESQUERDA GRANDE que o Louçã e o Bloco falam. Uma Esquerda que verdadeiramente o seja, por socialista (progressista), democrática e solidária. Solidária com o povo, cansado de sofrer, políticas que o maltratam e que sedento está de políticas com futuro, para um melhor futuro para Portugal e para os portugueses.

Fernando Rocha, Candidato à Assembleia Municipal de Caldas da Rainha

 
Crimes de colarinho branco: a Caixa Geral de Depósitos ajuda a quem rouba PDF Print E-mail
Segunda, 15 Junho 2009

15-05-09 043.jpgSentimo-nos todos impotentes com as notícias vinculadas nos meios de comunicação. Pergunto ao amigo leitor: como é possível, depois dos escândalos financeiros que envolveram diversas instituições bancárias, a Caixa Geral de Depósitos continuar a injectar dinheiro em bancos falidos? E melhor: como é possível que os ex-administradores desses bancos estejam a ser “financiados” pela Caixa Geral de Depósitos? Sim, porque se esses senhores receberam gordas indemnizações elas foram pagas pela CGD.

É com o dinheiro do povo português que a CGD vem salvando bancos falidos e engordando a conta desses ladrões sem escrúpulos. Esses ex-administradores são criminosos de colarinho branco, merecedores de prisão por lesarem a população portuguesa.

Pergunto: onde está o bom senso de quem administra a CGD? Não está em nenhum lugar, porque os políticos do PSD e do PS, que há muitas décadas vêm usando o património nacional para favorecer os amigos e cúmplices políticos não têm, nem nunca tiveram, bom senso.

Pois se prestarem bem atenção a CGD (assim como outras instituições) sempre foi uma marionete nas mãos dos políticos desses dois partidos, uma espécie de prémio de bom comportamento a quem melhor os ajudava nas eleições (também serve para políticos que foram destronados de seus cargos, porque perderam eleições).

Não é possível que a CGD injecte 2,55 mil milhões de Euros no BPN. Aliás, se esse dinheiro fosse para os lesados, aqueles que acreditaram na solidez desse banco, a coisa até ia bem, o problema é que essa fortuna, naturalmente, foi parar às mãos dos tais criminosos de colarinho branco. Ou então está a ajudar a financiar as campanhas políticas de PSD e PS. Admiram-se?

E agora vem a CGD afirmar que está “disponível para comprar o BPN”. E eu pergunto novamente: com que dinheiro? Claro, com o dinheiro do povo português. E enquanto mostra grande interesse nessa compra vai esmagando a sua clientela (a maioria da população portuguesa) que não pode pagar míseros euros em taxas bancárias (taxas que na maioria das vezes não sabemos para que existem, porque ninguém o sabe explicar).

É de facto hilariante quando ouvimos a CGD dizer que só pode emprestar dinheiro ao povo, se esse mesmo povo der garantias de que pode pagar as prestações do montante que vier a pedir. É profundamente cómico a CGD devassar a vida do povo português, no momento em que este precisa de um empréstimo, e no final da devassa vir dizer que não pode emprestar dinheiro a quem não o tem (pois… se o tivesse não pedia… há gente estúpida, não há?).

Por quanto tempo a administração da CGD vai salvar o pescoço dos ex-administradores do BPN? Crimes de colarinho branco: a Caixa Geral de Depósitos ajuda a quem rouba. Alguém tem dúvidas?

Rui Calisto, Candidato à Presidência da Câmara Municipal das Caldas da Rainha

 
Conversa Aberta sobre a Lagoa de Óbidos PDF Print E-mail
Sábado, 13 Junho 2009

lagoaobidos.jpgCONVERSA ABERTA

15 DE JUNHO DE 2009 – SEGUNDA-FEIRA – PELAS 18 HORAS

 UMA ABORDAGEM A ASSUNTOS DE INTERESSE PÚBLICO,

 RELACIONADOS COM A

 

LAGOA DE ÓBIDOS

PARTICIPE

 VENHA OUVIR – E SER OUVIDO

 

COM A PRESENÇA DOS CANDIDATOS DO

BLOCO DE ESQUERDA

À CÂMARA MUNICIPAL, À ASSEMBLEIA MUNICIPAL E ÀS ASSEMBLEIAS DAS FREGUESIAS DO CONCELHO DE CALDAS DA RAINHA


 

LOCAL:

ESPLANADA DO RESTAURANTE TROPICANA

 NADADOURO

 
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