No olival, no amendoal, na vinha e em muitas outras culturas e atividades agroflorestais, está em marcha um processo desregulado de intensificação da produção, que além de grandes impactos ambientais, gera enormes assimetrias socioeconómicas. É preciso travar os sistemas de produção intensivos e promover a transição ecológica agroflorestal, assim como garantir justas formulações de preços aos produtores.