O movimento feminista tem sido tomado, por vezes, por um discurso vitimista, muito devido à centralidade da violência doméstica e de género. Que efeitos produz essa agenda? Que mulheres resultam de um movimento que as projeta quase exclusivamente como vítimas? Que sexualidade e corpos sobrevivem a uma narrativa de medo e dor? Dossier organizado por Ana Catarina Marques.