A coordenadora do Bloco de Esquerda recomendou alguma cautela na gestão das medidas de contenção face à evolução dos números da covid-19: "o meu medo é que, ao verem os números a abrandar, comecem a abrandar as medidas de contenção”. Fotografia de Paula Nunes.

Em entrevista ao jornal Expresso, Catarina Martins afirma que o Bloco de Esquerda se encontra disponível para fazer uma maioria que ajude o país a sair de uma crise causada pela covid-19. E diz que o regresso a um bloco central "seria um erro tremendo".

Mais um caso de uma empresa com enormes lucros que se aproveita de dinheiros públicos após ter dispensado cerca de cinquenta trabalhadores e trabalhadoras. 

A Comissão da Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Leiria emitiu um comunicado pelo chumbo da proposta que o Bloco apresentou para que os pescadores pudessem aceder ao Fundo de Compensação Salarial. 

A proibição da suspensão do fornecimento de água, energia elétrica, gás natural e comunicações eletrónicas e a implementação de medidas de emergência para responder à crise no setor cultural foram algumas das propostas com luz verde no parlamento.

José Soeiro apresentou o relatório com o balanço e retrato crítico de denúncias no site despedimentos.pt. O documento revela o mapeamento dos despedimentos e dos abusos e as estratégias que têm vindo a ser utilizadas pelas empresas.

Não podemos permitir que uma empresa peça apoio ao Estado para ultrapassar este período difícil, depois de ter tido uma atitude de irresponciabilidade e de abuso para com os seus trabalhadores e trabalhadoras.

À saída de uma reunião no Infarmed, Catarina Martins afirmou que as medidas de contenção da pandemia estão a dar resultado mas têm de ser prolongadas, pelo que são necessárias medidas económicas e sociais mais fortes.

“É preciso repensar os apoios sociais” aos trabalhadores a recibo verde, temporários e informais tem afirmado o deputado José Soeiro

O Governo anunciou que muda as regras do apoio, subindo o limite máximo. O deputado José Soeiro afirma que é “um passo na direção certa, ainda que limitado”. Associação Precários Inflexíveis considera que as “dúvidas persistem e valor continua a ser insuficiente”.