Em causa está uma resolução conjunta dos ministérios da agricultura e do ambiente com mais de um ano, que instrui a Águas de Portugal a tomar medidas com os municípios para criar um serviço público de tratamento de resíduos. O requerimento apresentado hoje na Comissão de Agricultura e Mar propõe a audição dos Presidentes de Câmara de Leiria, Marinha Grande, Batalha e Porto de Mós, assim como do Ministro do Ambiente e a Ministra da Agricultura, relembrando os 9 milhões de euros em fundos já perdidos para construção de uma ETES.

No seu anúncio de candidatura, Marisa Matias afirma que fará toda a campanha "a ouvir, a dar voz à gente sem medo, a apoiar a coragem de quem cuida dos outros. Portugal precisa de saber quem são e de ouvir quem faz a vitória sobre o medo".

Depois da Australis ter desistido da pesquisa de gás natural na Batalha, no distrito de Leiria, o governo anuncia que não vai haver mais empresas a pesquisar hidrocarbonetos em Portugal.

A pergunta entregue hoje ao Governo resultou de uma reunião com dirigentes das escolas de ensino artístico da Região de Leiria, na passada 5ª feira, que viram o financiamento e respetivas vagas cortadas em mais de metade, conforme lista divulgada pela DGESTE na 4ª feira passada.

 

Durante uma visita a uma escola em Lisboa, Catarina Martins sublinhou a preocupação pela inexistência de um levantamento da necessidade de professores e assistentes operacionais para o novo ano letivo, tendo em conta que muitos pertencem a grupos de risco e terão de ser substituídos.

Trabalhadores a quem a empresa também não entregava os devidos recibos de vencimento, não tinham contratos de trabalho nem qualquer registo na Segurança Social.

No encerramento do "Acampamento Online Liberdade 2020”, Catarina Martins condenou o assassinato do ator Bruno Candé como um “crime horrível” e um “assassinato racista que nos magoa”. Em relação ao SNS, sublinhou a necessidade de o reforçar no futuro em áreas como a saúde mental e as respostas ao envelhecimento.

Durante o debate do Acampamento Liberdade “Lições da austeridade”, a deputada bloquista sublinhou que “a economia tem de servir interesses públicos e estratégicos definidos democraticamente”. A iniciativa juntou ainda Francisco Louçã e Mariana Esteves.