Catarina Martins comentou a injeção de mais de 850 milhões de euros no Novo Banco da qual o primeiro ministro não tinha conhecimento. Anunciou também que o Bloco de Esquerda voltará a apresentar um diploma para que seja o Parlamento a aprovar quaisquer injeções de capital no fundo de resolução do Novo Banco.

Declaração política apresentada pela deputada do Bloco de Esquerda, Manuela Pereira, na Assembleia da União de Freguesias de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes. A  reunião ordinária ocorreu ontem, dia 8 de maio.

Estas denúncias relatam um abuso laboral de enorme gravidade, na medida em que a empresa recorre a apoio público, que visa compensar a quebra de faturação devido à pandemia, que pressupõe, neste caso, uma redução do horário de trabalho (e respetiva redução de salário), mas impõe trabalho a tempo inteiro.

O tempo de desconfinamento tem uma dupla exigência: adaptação de todo o país a novas exigências sanitárias e resposta à crise social e económica que a pandemia provoca. O Bloco apresenta 20 medidas.

A sessão é transmitida em direto na página de facebook do esquerda.net a partir das 21h30 e conta com as intervenções de Ana Silva, advogada, Paulo Pedroso, sociólogo e antigo ministro do Trabalho e da Segurança Social, e José Manuel Pureza, deputado do Bloco.

No debate quinzenal desta quinta-feira, Catarina Martins confrontou o primeiro-ministro com a realidade das empresas que distribuem dividendos e despedem milhares de trabalhadores precários.

As propostas foram apresentadas após a primeira reunião do Intergrupo sobre o tema da Deficiência, que incluiu uma conferência online com mais de 400 participantes sobre o impacto da Covid-19 nas pessoas com deficiência.

A proposta bloquista destina-se aos trabalhadores que perderam rendimento devido à pandemia e não têm outros apoios. O montante será de 438,31 euros e o subsídio terá a duração máxima de 180 dias.