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Quinta, 12 Maio 2011 |
Amigos e Camaradas,
Esta é a Lista de Candidatos por Leiria às legislativas 2011.
1.Heitor de Sousa, 58 anos - Economista
2. José Peixoto, 53 anos - Desempregado
3. Cristiana Sousa, 30 anos - Administrativa
4. Vitor Dinis, 57 anos - Escrivão Aposentado
5. Marcia Cardoso, 34 anos - Advogada
6.Rui Crespo, 52 anos - Administrativo
7.Mónica António, 32 anos - Funcionária Publica
8.Amândio Fernandes, 54 anos - Tecnico de Vendas
9.António Abreu, 63 anos - Reformado
10. Manuela Pereira, 54 anos - Gestora de Vendas
11. Fábio Salgado, 25 anos - estudante
12. Adelino Granja, 50 anos - Advogado
13. Filipa Pereira, 31 anos - Engenheira Quimica
14. Mario Martins, 20 anos - estudante
15. Alexandre Cunha, 23 anos - estudante
Esta lista conta com alguns candidatos independentes que têm estado ligados a algumas lutas que temos defendido desde sempre. De
destacar Rui Crespo, da Associação de defesa da Ribeira dos Milagres,
Marcia Cardoso, que tem estado muitos trabalhadores que tem sofrido com
desemprego o precariedade e por útlimo Vitor Dinis da Comissão de
Protecção da Lagoa de Obdidos.
Heitor de Sousa, mantém-se como o
número um, o trabalho desenvolvido junto de todas e todos, foi
incansável, por isso não faria sentido de a escolha fosse outra.
A coordenadora Distrital de Leiria
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Sexta, 25 Março 2011 |
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A Águas de Portugal
apresentou no decorrer das Assembleias Gerais das empresas SIMLIS e
Águas do Mondego, que se realizaram nos passados dias 11 e 12 de
Março, a proposta de fusão destas duas entidades. Esta proposta de
fusão, iniciada nos finais de 2007, e inserida no âmbito do PEAASAR
II – Plano Estratégico de Abastecimento de Água e de Saneamento
de Águas parece ao Bloco de Esquerda pouco natural e lesiva dos
interesses de cidadãs e cidadãos dos dois distritos, além de ter
objectivos pouco claros. Senão vejamos, esta proposta pretende
fundir duas empresas com objectos diferentes criando assim uma
empresa verticalizada, parecendo querer-se com isto implementar o
conceito de "empresas gestoras de activos e concedentes de
serviços" que, em nosso entender, não responde ao interesse
público. Trata-se da assunção de uma opção privatizadora em
larga escala, que permite a subcontratação da operação e
manutenção dos sistemas a entidades privadas sem necessidade destas
fazerem qualquer tipo de investimento estando todos os encargos e
necessidades de financiamento do lado das entidades públicas.
Em segundo lugar, esta
proposta de fusão junta duas empresas com actuação em duas regiões
diferentes, não havendo nenhum concelho que seja simultaneamente
servido pelas duas. Além disso, são duas empresas que actuam em
duas bacias hidrográficas diferentes (Lis e Mondego), sendo a opção
de fusão contrária às recomendações europeias e nacionais que
aconselham que as políticas para a água sejam desenhadas em função
das bacias hidrográficas. Desta forma, e ao contrário do que
aconteceu na Águas do Algarve e na Águas do Noroeste (a partir da
fusão da Águas do Cávado, Águas do Minho e Lima e Águas do Ave),
esta fusão parece pouco natural e ilógica sendo os seus objectivos
meramente economicistas, não estando sequer garantidas as vantagens
que podem advir da criação de uma economia de escala. De resto,
sendo a SIMLIS uma empresa que acumulava em 2009 um passivo de quase
dois milhões e meio de euros e a Aguas de Mondego uma entidade com
dividendos, em 2010, na ordem dos 915 mil euros, tememos que se
pretenda resolver o saldo negativo da primeira com o lucro da
segunda.
Por outro lado, parece-nos
que estamos perante a tentativa de prolongar os prazos das duas
concessões (Mondego e Lis) de uma só vez e de rever os respectivos
contratos de fornecimento e recolha com as Câmaras, encaminhando-nos
para uma solução que englobe os sistemas de água em alta e em
baixa, levando assim a um afastamento cada vez maior da gestão
destes sistemas das/os utilizadoras/es finais.
Assim, ao abrigo das
disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo
Parlamentar do Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia da
República recomende ao Governo que:
-
Através da empresa Águas
de Portugal, interrompa o processo de fusão das empresas Águas do
Mondego e SIMLIS, incluindo todos os estudos com vista à fusão das
duas empresas.
-
Assegure que, em qualquer
cenário e independentemente da autonomia de decisão empresarial,
não haverá, nem no distrito de Coimbra nem no de Leiria, a
penalização das/os consumidoras/es, designadamente através de
aumentos do preço da água para consumo público.
Assembleia da República, 24
de Março de 2011.
As Deputadas e os Deputados
do Bloco de Esquerda,
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Terça, 15 Março 2011 |
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Sem memória não há futuro possível e desperdiçamos séculos de experiência.
Este fim-de-semana pretende aproximar-nos de alguns principais pensadores marxistas.
Os "clássicos" mas também os outros menos conhecidos em relação aos quais temos curiosidade.
Neste painel, estão presentes, filósofos, dirigentes, dirigentes, revolucionários, economistas, artistas e pedagogos.
Unidos pelos referências marxistas e pela capacidade pensar o seu tempo e de avançar respostas criativas em áreas diferentes.
Datas das sessões
18/03/2011 - Lenine
A apresentadora: Marina Silva
O comentador: Adriano Campos
Local: Sede distrital de Leiria
Hora: 21:30
15/04/2011 - Rosa Luxemburgo
Apresentador: David Carvalho
Comentador: José Soeiro
Local: Sede distrital de Leiria
Hora: 21:30
20/05/2011 - Reich
Apresentador: Gonçalo Pessa
Comentador: Nuno Moniz
Local: Sede Concelhia Caldas da Rainha
Hora: 21:30
17/06/2011 - Gramsci
Apresentador: Mónica António
Comentador: Ricardo Sá Ferreira
Local: Sede concelhia Marinha Grande
Hora: 21:30
Entrada Livre a todas e todos
Mais Informações: 969159470
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Sexta, 18 Fevereiro 2011 |
Francisco Louça, Coordenador do BE estará, na quarta-feira dia 23 de Fevereiro, às 21.30h, no salão nobre do Ateneu Desportivo de Leiria, em Leiria, para um debate sobre as medidas de austeridade, a crise, os porquês da moção de censura do BE (...) e as alternativas políticas que o Bloco Esquerda propõe. Convidamos todos e todas a estarem presentes.
Quais são as consequências da diminuição das indemnizações nos despedimentos? Que resposta ao acordo dos Chefes de Estado da UE para a subida da reforma para os 67 anos? Os salários vão descer ainda mais? Os impostos vão aumentar ainda mais? Esta política não é já a política do FMI? Onde o Estado pode ir buscar dinheiro? Os juros da dívida pública não param de subir, como tudo isto afecta a vida das pessoas? Que resposta a uma precariedade que atinge quase metade da população? A situação é grave e toda a política está submetida a uma obrigação de respostas claras.
Os Centros de Emprego têm registado aumentos contínuos do desemprego; mas o governo continua a fazer opções erradas: privatizações que fazem do que é de todos um negócio para alguns, compra de submarinos, aviões e outro material de guerra, entrega de dinheiro dos contribuintes aos especuladores do BPN, tolerância com a fuga das grandes fortunas para paraísos fiscais ou permitir que os bancos só paguem 5% de IRC quando qualquer pequena empresa paga 25%...
As respostas do Bloco de Esquerda são outras, convidamos todas as pessoas a vir debatê-las, dia 23 de Fevereiro às 21.30h, com Francisco Louça.
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Quarta, 16 Fevereiro 2011 |
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Mariana Aiveca vem até Leiria falar dos Precários e os Falsos Recibos Verdes.
esta sessão é aberta ao publico em geral.
Fica aqui um pequeno texto de apresentação:
...O
Código Contributivo entrou em vigor no dia 1 de Janeiro e os cerca de
900 mil falsos recibos verdes viram, de novo, a incapacidade dos
Serviços da Segurança Social para atender às suas dúvidas e
preocupações.
Quanto vais pagar por mês de Segurança Social? A
Contribuição vai aumentar? Os patrões também vão ter de pagar? Quando é
que apresento os recibos? Esta situação é justa? – são estas as dúvidas
que milhares de falsos trabalhadores independentes que foram apanhados
de surpresa pelas novas taxas e regras para a Contribuição para a
Segurança Social.
A Segurança Social é um direito dos trabalhadores e
um símbolo da solidariedade entre gerações e devemos exigir que seja
justa e que o Estado reponha a legalidade nos casos de falso trabalho
independente.
Mariana Aiveca, estará disponível para responder a todas as tuas questões sobre esta matéria.
Sexta-feira, 21horas no Ateneu Depostivo de Leiria.
Contamos com a tua presença e convida um amigo
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Sexta, 04 Fevereiro 2011 |
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Acâmara apresentou uma proposta de Declaração de Interesse PúblicoMunicipal da Quinta do Paul. Nãoentendemos como foi possível que a festa de Natal da CâmaraMunicipal se realizasse na Quinta do Paul! Praticamente todas asobras aí realizadas estão ilegais, algumas delas com ordem dedemolição há muito ordenadas pela Câmara, e não cumpridas. Façamosum pequeno resumo do que aqui está em questão. Neste processo o“Vilão” alcança, graças á passividade para não dizercumplicidade camarária , a categoria de“Herói”. Vejamos:O PDM em vigor foi aprovado em 1995! Em 1994, na Quinta do Paulexistia apenas um lagar! Que hoje está transformado em bar, sala debilhar, recepção em edifício de arquitectura moderna, semelhante aoutros locais de bebidas e comidas! Apartir de 1995 começa o proprietário da quinta a efectuar diversasobras na mesma sem qualquer autorização.Tendo efectuado o pedidopara a construção de um pavilhão de 482m2, em Set de 1994, foi omesmo indeferido em 1995 (por estar en Zona Florestal, e num espaçode condicionamento Ren ). Apesar de tal, fez a construção , eesteve-se “nas tintas” para a Câmara. Apresentava projectos quenão correspondia ao local das obras e quando a câmara detectava “otruque”, manda-o apresentar novo projecto e ele, por norma, não ofazia . Ede ilegalidade em ilegalidade, face á passividade da Camara, digamosassim, ia levando água ao seu moinho, construindo o que não podia,em lugares que não devia e “borrifando-se “ para as ordenscamarárias! Edas ilegalidades de construções efectuadas desde 1994 até hoje, sóem Março de 2006, isto é : pelo menos mais de dez anos depois éque, pela primeira vez, a Câmara se propôs notificá-lo parademolir as obras ilegais: o que como se percebe não aconteceu! Em30.10.2008 foi notificado para no prazo de 60 dias demolir as obrasclandestinas , ou para dizer o que entendesse em sua defesa. Nemdemoliu as obras nem tomou posição em relação á notificação...ecomo já adivinharam nada lhe aconteceu. Podemosdizer, para abreviar, que fez centenas de metros quadrados deconstruções, ilegalmente, e sem a Câmara actuar como devia :embargando a s obras e procedendo á sua demolição. Eninguém pode deixar de pensar que tal só foi possível graças a umconluio, evidente, com gente ou gentes da Câmara. Quandoquem cumpre as leis pretende fazer uma obra, se a Câmara nãoautoriza, desiste dela. E certamente dezenas de pessoas em situaçõessemelhantes ao do proprietário da Quinta do Paul, desistiram defazer obras porque ilegais , não podendo melhorar o seu património.
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